A nova peça publicitária do seriado americano Weeds mostra os percalços por qual passou a marijuana nos Estados Unidos. De popular e conceituada, a maconha foi demonizada durante boa parte do século 20. Agora, afundados em uma grave crise financeira, os americanos começam a olhar a erva com bons olhos novamente. Seu uso medicinal está gerando tanta receita que o estado da Califórnia estuda legalizá-la para estimular a economia.
O canal do seriado no youtube traz ainda Yes, we cannabis, onde sentencia: “o longo pesadelo nacional está perto fim“.
Conversando com algumas estudantes Erasmus da Áustria descobri a existência de uma simpática vila no Norte daquele país. Com quase mil anos de história, Fucking, que em alemão significa “lugar da gente de Focko”, virou motivo de piada para a língua inglesa (preciso explicar por quê?). Contudo, seus amáveis habitantes estão organizando um movimento, chamado “Fucking is not a bad word, but a good town” a fim de desfazer esse mal-entendido com o nome da cidade.
A intenção é louvável, mas, claro, os ingleses não perdem a piada.
Acompanhei Lost durante quase toda a primeira temporada, parei entre os capítulos 15 e 18. Apesar da premissa da série ser excelente e os episódios realmente prenderem a atenção dos espectadores, não agüentava mais. O problema de Lost é que, até o momento em que assisti, ele não explicou UM mistério, UM enigma, apenas adicionou mais e mais. Essa estratégia parece ter funcionado muito bem com a audiência, mas admito que me senti ludibriado e parei de assistir.
Hoje vi uma das milhares de paródias que existem sobre o fato da série ser tão confusa. Fico imaginando o trabalho que deve ter dado fazer tal compilação.