Em uma apresentação curta, Sílvia falou sobre construção do portal Brasil. O projeto prevê a existência de 37 homes e sub-homes, onde o conteúdo multimídia terá grande destaque, uma vez que a usabilidade para os deficientes foi levada em conta.
Interatividade e colaboração são as palavras-chave. O portal terá integração com várias redes sociais e tem como pretensão despertar uma sensação de pertencimento nos cidadãos. Tanto é assim que no dia 30 de Novembro uma primeira versão do portal, com apenas 30% do conteúdo, será lançada para que os internautas possam avaliar o resultado.
Sílvia Sardinha demonstra que, mais do que conhecer programas ou ferramentas, possui uma visão ampla do que é (ou pode ser) a comunicação digital. Esperamos que portal Brasil corresponda a essa expectativa.
Marcier Trombiere apresentou cases do Ministério da Saúde. Boa parte de sua apresentação foi mostrando o trabalho de formiga que realizaram nas redes sociais respondendo perguntas e eliminando o pânico das pessoas quando da gripe suína. Expôs ainda várias campanhas do Ministério que estão integradas com as redes.
A conferência de abertura foi com Nelson Breve, secretário de imprensa da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom). Nelson contou algumas histórias de quando foi assessor de José Dirceu e outras envolvendo o presidente Lula.
Afirmou que o bom trabalho que realizou com o ex-deputado foi fundamental para que o ministro da Comunicação Social, Franklin Martins, o convidasse para o cargo que ocupa hoje.
Respondendo pergunta da plateia, Nelson Breve disse que a ideia do Blog do Planalto surgiu há mais de um ano, mas a burocracia emperrou o projeto por mais de nove meses. O blog foi criado para suprir “uma necessidade de fazer disputa política do ponto de vista do governo”.
Afirmou que o blog foi inspirado no blog de transição do Obama, que não permitia comentários. Essa foi uma das justificativas que deu para a inexistência de espaço para comentários no Blog do Planalto. As outras foram: “nós não temos equipe para ficar moderando os comentários” e, mesmo que tivessem, “os comentaristas iriam reclamar de censura”.
Louvou a criação do “blog clone“, já que este “mostrou como seriam os comentários no Blog do Planato: um tucano e um petista se xingando por coisas que não tem nada a ver com o conteúdo do post, briga política pura”, disse o secretário, completando, “não é aquilo que eu quero”.
O Twitter da presidência da República vai sair, mas não tão cedo e a ideia inicial é que ele sirva apenas de rss dos posts do blog, ou seja, nada de interação. O canal do Youtube foi criado e aguarda apenas a aprovação do Google. A Secom conversa ainda com a Yahoo! para abrir uma conta no Flickr também.
Fiquei sabendo através do excelente Arte Photographica que neste sábado (3) a casa Phillips de Pury & Company leiolará algumas preciosidades relacionadas à América Latina. Eis algumas obras:
Ninfa, de Flor Garduño. Estimado em 3 mil dólares.
La niña de la muñeca de palo, de Alberto Korda. Estimado em 3 mil dólares.
Nuestra señora de las iguanas (Our Lady of the Iguanas), de Graciela Iturbide. Estimado em 4 mil dólares.
Dolores, de Anton Bruehl. Estimado em 5 mil dólares.
Frida in hospital painting cast, de Juan Guzman. Estimado em 5 mil dólares.
Esperando al Padreciti, Mariana Yampolsky. Estimado em 6 mil dólares.
Domingo passado (13), através de uma tuitada do Juliano Spyer, conheci o Adote um parágrafo. No ar desde Março, o projeto visa traduzir textos sobre comunicação e internet de forma colaborativa. Uma ideia simples e eficiente.
Até o momento existem catorze textos disponíveis no site. E se você arranha no inglês pode colaborar com A História Social do MP3, que está sendo traduzido atualmente.
Você conhece Cezar Migliorin? Artista plástico, professor, doutor em Comunicação e Cinema (UFRJ – Sorbonne Nouvelle), Migliorin trabalhou em importantes filmes da retomada, entre eles, montou Carlota Joaquina (1995) e foi editor de som de O Quatrilho (1995) e Baile Perfumado (1997).
Em 2002, dirigiu o curta Ação e Dispersão. Com esse filme ganhou um prêmio de 4 mil dólares em um festival da Suíça. Ficou com metade do valor para si, mil guardou para a divulgação do próximo projeto e prometeu os outros mil para quem lhe vendesse os direitos de uma fita inédita e deixasse-o inserir o crédito ‘um filme/vídeo de Cezar Migliorin’. O projeto ficou conhecido como Artista Sem Idéia e foi matériade jornais em 2005.
Dos quatro curtas de Migliorin, o único disponível em sites de compartilhamento de vídeos é Ação e Dispersão, a melhor crítica à política de editais que vi em tempos.